{"id":12453,"date":"2011-06-27T12:00:00","date_gmt":"2015-03-22T16:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"ANEEL-4262","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=12453","title":{"rendered":"Transmissoras v\u00e3o investir R$ 76 milh\u00f5es para refor\u00e7ar instala\u00e7\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p><b>Fonte: <\/b><a href='http:\/\/www.aneel.gov.br\/aplicacoes\/noticias\/Output_Noticias.cfm?Identidade=4262&#038;id_area=90'><b>ANEEL<\/b><\/a><\/p>\n<p>\n\t<br \/>\n\t<span  14px'>As empresas Cemig Gera&ccedil;&atilde;o e Transmiss&atilde;o S\/A (Cemig-GT), Evrecy Participa&ccedil;&otilde;es Ltda., Companhia Hidro El&eacute;trica do S&atilde;o Francisco (CHESF) e Furnas Centrais El&eacute;tricas S\/A foram autorizadas a realizar refor&ccedil;os em suas instala&ccedil;&otilde;es de transmiss&atilde;o. Para fazer as melhorias, as quatro transmissoras somadas investir&atilde;o R$ 76 milh&otilde;es. A decis&atilde;o ocorreu na &uacute;ltima reuni&atilde;o de diretoria colegiada da ANEEL (21\/06).<br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\tPara a Cemig-GT foram autorizados refor&ccedil;os em cinco subesta&ccedil;&otilde;es. As melhorias incluem a instala&ccedil;&atilde;o de um banco capacitor na subesta&ccedil;&atilde;o Neves. Para remunerar esse investimento, a transmissora ter&aacute; direito a parcelas da Receita Anual Permitida (RAP) no valor de R$ 3,25 milh&otilde;es. Confira <strong><u><a href='http:\/\/www.aneel.gov.br\/arquivos\/PDF\/Refor\u00e7o%20Cemig-GT.pdf'><u>aqui<\/u><\/a><\/u><\/strong>&nbsp;a lista dos outros quatro refor&ccedil;os autorizados para a Cemig-GT. O prazo para entrada em opera&ccedil;&atilde;o comercial desses empreendimentos varia entre 10 e 24 meses.<br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\tMais duas empresas foram autorizadas a executar refor&ccedil;os. A Evrecy ter&aacute; que regularizar a conex&atilde;o da linha de transmiss&atilde;o Governador Valadares 2 &ndash; Aimor&eacute;s &agrave; subesta&ccedil;&atilde;o Conselheiro Pena. Para isso, ter&aacute; direito a recebimento de RAP no valor de R$ 2,54 milh&otilde;es. Furnas poder&aacute; instalar sistema de prote&ccedil;&atilde;o na subesta&ccedil;&atilde;o Rio Verde. A partir da opera&ccedil;&atilde;o comercial desse refor&ccedil;o, a transmissora ter&aacute; direito a RAP de R$ 102,6 mil. Os prazos para entrada em opera&ccedil;&atilde;o dessas melhorias s&atilde;o de 24 e 18 meses, respectivamente.<br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\tA CHESF dever&aacute; realizar refor&ccedil;os em cinco subesta&ccedil;&otilde;es. Confira <strong><u><a href='http:\/\/www.aneel.gov.br\/arquivos\/PDF\/Refor\u00e7o%20-%20CHESF.pdf'><u>aqui<\/u><\/a><\/u><\/strong>&nbsp;as melhorias e o valor da Receita Anual Permitida que a transmissora ter&aacute; direito. Os per&iacute;odos para entrada em opera&ccedil;&atilde;o comercial das instala&ccedil;&otilde;es variam entre 15 e 24 meses.<br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\tOs valores correspondentes &agrave;s novas parcelas de RAP das empresas s&atilde;o considerados a partir do in&iacute;cio de opera&ccedil;&atilde;o comercial dos refor&ccedil;os, com base na vida &uacute;til dos equipamentos. A RAP &eacute; estabelecida pela Ag&ecirc;ncia para remunerar os investimentos das concession&aacute;rias em instala&ccedil;&otilde;es de transmiss&atilde;o de energia el&eacute;trica. Essa receita tamb&eacute;m cobre os custos de opera&ccedil;&atilde;o e manuten&ccedil;&atilde;o que as empresas t&ecirc;m com esses empreendimentos. (DB\/GL)<\/span><br \/>\n\t&nbsp;<\/p>\n<p>\n\t<strong>*Receita anual permitida &#8211; <\/strong>Receita anual, resultante da oferta vencedora da licita&ccedil;&atilde;o, a que a concession&aacute;ria tem direito pela presta&ccedil;&atilde;o do servi&ccedil;o p&uacute;blico de transmiss&atilde;o a partir da entrada em opera&ccedil;&atilde;o comercial das instala&ccedil;&otilde;es de transmiss&atilde;o. <u><a href='http:\/\/www.aneel.gov.br\/cedoc\/ren2006230.pdf'><strong><em><u>Resolu&ccedil;&atilde;o Normativa ANEEL n. 230, de 12 de setembro de 2006 (Di&aacute;rio Oficial, de 13 set. 2006, se&ccedil;&atilde;o 1, p. 56)<\/u><\/em><\/strong><strong><em><u>&#12288;<\/u><\/em><\/strong><\/a><\/u><br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\t&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fonte: ANEEL<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/12453"}],"collection":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=12453"}],"version-history":[{"count":0,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/12453\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=12453"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=12453"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=12453"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}