{"id":1243,"date":"2014-05-13T13:16:00","date_gmt":"2014-05-13T17:16:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-1251","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=1243","title":{"rendered":"Em: 13\/05\/2014 &agrave;s 13:16h por O Estado de S. Paulo"},"content":{"rendered":"<p><span>A empresa de energia Eneva, ex-MPX, vai promover um aumento privado de capital de at&eacute; R$ 1,5 bilh&atilde;o, parte de um acordo para fortalecimento de sua estrutura financeira, que tamb&eacute;m envolve a renegocia&ccedil;&atilde;o de d&iacute;vidas e a venda da t&eacute;rmica Pec&eacute;m II, conforme indicou fato relevante divulgado ontem.<\/span><\/p>\n<p><span>Do total de R$ 1,5 bilh&atilde;o, R$ 316,5 milh&otilde;es ser&atilde;o subscritos na primeira fase, ao valor de R$ 1,27 por a&ccedil;&atilde;o, cota&ccedil;&atilde;o no encerramento do preg&atilde;o da &uacute;ltima sexta-feira. A acionista alem&atilde; E.ON se comprometeu a subscrever novas a&ccedil;&otilde;es da Eneva no valor de R$ 120 milh&otilde;es.<\/span><\/p>\n<p><span>Na segunda fase da opera&ccedil;&atilde;o, ser&aacute; feito um aumento privado de capital em dinheiro e bens que descontar&aacute; o valor da primeira etapa, com a E.ON se comprometendo a subscrever novas a&ccedil;&otilde;es em um montante de at&eacute; R$ 450 milh&otilde;es.<\/span><\/p>\n<p><span>O compromisso poder&aacute; ser realizado mediante a contribui&ccedil;&atilde;o de parte, ou a totalidade, das a&ccedil;&otilde;es diretas ou indiretas detidas pela acionista alem&atilde; e de emiss&atilde;o da Pec&eacute;m II Gera&ccedil;&atilde;o de Energia. Desta forma, a Eneva ganharia uma liquidez imediata.<\/span><\/p>\n<p><span>Em opera&ccedil;&atilde;o paralela ao aumento de capital, os bancos participantes &#8211; Ita&uacute; Unibanco, BTG Pactual, Citibank e HSBC &#8211; concederiam um empr&eacute;stimo-ponte de R$ 100 milh&otilde;es &agrave; antiga empresa do grupo OGX, de Eike Batista. O objetivo &eacute; dar liquidez imediata ao neg&oacute;cio.<\/span><\/p>\n<p><span>Mas atrair dinheiro novo n&atilde;o &eacute; a &uacute;nica meta da Eneva. A empresa tamb&eacute;m vai reduzir custos ao longo de 2014. O objetivo do grupo &eacute; atingir R$ 80 milh&otilde;es por ano em despesas operacionais &#8211; uma queda de 52% sobre o resultado de R$ 167 milh&otilde;es do ano passado. As medidas dever&atilde;o incluir corte de pessoal.<\/span><\/p>\n<p><span>S&oacute;cios. Ap&oacute;s as duas fases do aumento de capital, a alem&atilde; E.ON poder&aacute; ter 41,3% de participa&ccedil;&atilde;o na Eneva, afirmou ontem o diretor-presidente da companhia, Fabio Bicudo, em teleconfer&ecirc;ncia com analistas. Esse cen&aacute;rio, segundo o executivo, &eacute; o mais conservador e assume uma menor participa&ccedil;&atilde;o dos acionistas minorit&aacute;rios.<\/span><\/p>\n<p><span>Hoje, de acordo com informa&ccedil;&otilde;es do site da companhia, a E.ON possui 37,9% da Eneva. Ainda nesse cen&aacute;rio, Eike Batista teria a fatia na empresa reduzida de 23,9% para 19,2%.<\/span><\/p>\n<p><span>Em um segundo panorama, que leva em conta uma maior ades&atilde;o de minorit&aacute;rios, a E.ON manteria a sua participa&ccedil;&atilde;o e Eike cairia para 17,6%, conforme informa&ccedil;&otilde;es de Bicudo.<\/span><\/p>\n<p><span>Pec&eacute;m. A Eneva organizar&aacute; um processo competitivo para a venda integral ou de metade do capital da usina termel&eacute;trica de Pec&eacute;m II. A E.ON assegura a compra de 50% de Pec&eacute;m II a pre&ccedil;os de mercado at&eacute; R$ 400 milh&otilde;es, na eventualidade de nenhuma proposta ultrapassar este limite. A venda desse ativo ser&aacute; de 50% at&eacute; a sua totalidade.<\/span><\/p>\n<p><span>Bicudo disse que esse processo de venda do ativo j&aacute; teve in&iacute;cio e que tem atra&iacute;do a aten&ccedil;&atilde;o de terceiros. Um dos pontos que pode tornar mais f&aacute;cil a negocia&ccedil;&atilde;o desse ativo, segundo Bicudo, &eacute; que Pec&eacute;m II pertence integralmente &agrave; Eneva, facilitando assim as conversas com terceiros.<\/span><\/p>\n<p><span>&#8220;&Eacute; um ativo facilmente compreendido e tem tido boa performance e atra&iacute;do terceiros por se tratar de algo competitivo&#8221;, disse. O executivo frisou que, com a venda de Pec&eacute;m II para terceiros, a Eneva &#8220;ter&aacute; mais capital entrando, reduzindo a d&iacute;vida&#8221;.<\/span><\/p>\n<p><span>Al&eacute;m do refinanciamento da d&iacute;vida, os bancos ir&atilde;o conceder um financiamento de longo prazo &agrave; Pec&eacute;m II, no valor total de R$ 150 milh&otilde;es.<\/span><\/p>\n<p><span>Fomento. O presidente da Eneva disse que o Banco Nacional do Desenvolvimento Econ&ocirc;mico e Social (BNDES) tem participado do processo de reestrutura&ccedil;&atilde;o da empresa, apesar de n&atilde;o fazer parte desse acordo espec&iacute;fico.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A empresa de energia Eneva, ex-MPX, vai promover um aumento privado de capital de at&eacute; R$ 1,5 bilh&atilde;o, parte de um acordo para fortalecimento de sua estrutura financeira, que tamb&eacute;m envolve a renegocia&ccedil;&atilde;o de d&iacute;vidas e a venda da t&eacute;rmica Pec&eacute;m II, conforme indicou fato relevante divulgado ontem. 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