{"id":1221,"date":"2014-05-09T14:17:00","date_gmt":"2014-05-09T18:17:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-1228","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=1221","title":{"rendered":"Em: 09\/05\/2014 &agrave;s 14:17h por Ag\u00eancia Estado"},"content":{"rendered":"<p><span>S&Atilde;O PAULO &#8211; O diretor da Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel) Reive Barros dos Santos, considerou que o leil&atilde;o de transmiss&atilde;o realizado nesta sexta-feira, 9, foi um &#8220;sucesso&#8221;, com um resultado razo&aacute;vel, mesmo com cinco dos treze lotes sem receberem proposta. Ele salientou que, na m&eacute;dia, os oito lotes leiloados geraram um des&aacute;gio m&eacute;dio de 13,18% e v&atilde;o exigir um investimento de R$ 3,5 bilh&otilde;es.<\/span><\/p>\n<p><span>Santos lembrou que, juntos, os 13 empreendimentos ofertados t&ecirc;m investimentos estimados de R$ 4,3 bilh&otilde;es, portanto os principais projetos do leil&atilde;o foram conquistados e n&atilde;o receberam propostas os lotes menores. &#8220;Percebemos que alguns dos lotes, que s&atilde;o mais simples, foram pouco atrativos&#8221;, admitiu.<\/span><\/p>\n<p><span>Segundo ele, a ag&ecirc;ncia dever&aacute; realizar uma an&aacute;lise desses lotes e poss&iacute;veis aglutina&ccedil;&otilde;es com outros projetos ser&atilde;o avaliadas, de maneira a tornar os empreendimentos mais atraentes &agrave; iniciativa privada. A estimativa da Aneel &eacute; que ap&oacute;s a avalia&ccedil;&atilde;o, os projetos devem voltar a ser ofertados no pr&oacute;ximo leil&atilde;o de transmiss&atilde;o, que deve ser realizado em setembro.<\/span><\/p>\n<p><span>Apesar do des&aacute;gio m&eacute;dio de 13,18%, foram poucos os lotes com descontos expressivos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; Receita Anual Permitida (RAP) m&aacute;xima determinada pelo edital. Quem puxou a m&eacute;dia de des&aacute;gio para cima foram as ofertas feitas pela espanhola Cymi Holding, que levou dois lotes, com descontos de 36,09% e 23,24%. Houve ainda uma disputa mais acirrada pelo lote B, mas mesmo com lances a viva-voz, o des&aacute;gio final ficou em apenas 9,42%. Tr&ecirc;s lotes foram conquistados praticamente sem desconto em rela&ccedil;&atilde;o ao valor m&aacute;ximo estabelecido. Al&eacute;m disso, em quatro empreendimentos houve apenas uma proposta apresentada.<\/span><\/p>\n<p><span>Questionado sobre esse des&aacute;gio menor &#8211; diferente de leil&otilde;es passados, quando os descontos ficavam na casa de dois d&iacute;gitos gordos &#8211; Santos afirmou que o sucesso n&atilde;o pode ser avaliado pelo valor do des&aacute;gio. &#8220;Se a ag&ecirc;ncia tivesse interesse em ter des&aacute;gio de dois d&iacute;gitos, a nossa estrat&eacute;gia seria outra&#8221;, argumentou. Para ele, o resultado do leil&atilde;o confirma que o valor colocado pela Aneel para cada lote est&aacute; em linha com a expectativa m&eacute;dia do mercado, mas ainda assim garante a modicidade tarif&aacute;ria.<\/span><\/p>\n<p><span>Ele salientou que o mercado ainda aposta na expans&atilde;o do setor el&eacute;trico brasileiro e citou o interesse das estrangeiras. &#8220;O Brasil ainda &eacute; um ambiente seguro para investimentos&#8221;, afirmou. Dos oito lotes leiloados, quatro foram adquiridos exclusivamente por empresas espanholas e um quinto foi conquistado por cons&oacute;rcio no qual a s&oacute;cia espanhola &eacute; majorit&aacute;ria.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S&Atilde;O PAULO &#8211; O diretor da Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel) Reive Barros dos Santos, considerou que o leil&atilde;o de transmiss&atilde;o realizado nesta sexta-feira, 9, foi um &#8220;sucesso&#8221;, com um resultado razo&aacute;vel, mesmo com cinco dos treze lotes sem receberem proposta. 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