{"id":1209,"date":"2014-05-08T14:00:00","date_gmt":"2014-05-08T18:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-1216","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=1209","title":{"rendered":"Em: 08\/05\/2014 &agrave;s 14:00h por Ag\u00eancia Estado"},"content":{"rendered":"<p><span>BRAS&Iacute;LIA &#8211; O diretor-geral da Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel), Romeu Rufino, admitiu nesta quinta-feira, 08, durante audi&ecirc;ncia p&uacute;blica no Tribunal de Contas da Uni&atilde;o (TCU), que as tarifas de eletricidade no Brasil s&atilde;o altas, mas voltou a culpar a tributa&ccedil;&atilde;o do setor &#8211; sobretudo a estadual &#8211; pela conta salgada paga pelos consumidores.<\/span><\/p>\n<p><span>&#8220;&Eacute; quase unanimidade que a tarifa de energia ainda &eacute; alta. O pre&ccedil;o da eletricidade &eacute; alto porque tem componente de encargos e tributos. Somente o ICMS &eacute; de 30% em alguns Estados&#8221;, afirmou.<\/span><\/p>\n<p><span>Distribuidoras<\/span><\/p>\n<p><span>Rufino disse tamb&eacute;m que as necessidades financeiras das distribuidoras de energia el&eacute;trica est&atilde;o garantidas pelo menos at&eacute; junho deste ano com o empr&eacute;stimo de R$ 11,2 bilh&otilde;es tomados pela CCEE em nome das empresas. As duas primeiras parcelas j&aacute; foram passadas pelos bancos &agrave; entidade. Rufino disse, no entanto, que n&atilde;o pode garantir se n&atilde;o ser&atilde;o necess&aacute;rios mais recursos, al&eacute;m desses, para cobrir o rombo do setor at&eacute; o fim do ano.<\/span><\/p>\n<p><span>&#8220;N&atilde;o posso garantir que n&atilde;o ser&aacute; preciso novo aporte do Tesouro. Mas, ap&oacute;s o leil&atilde;o A-0 (realizado no dia 30 de abril), a situa&ccedil;&atilde;o &eacute; bem menos preocupante. Pelo menos at&eacute; junho, o problema financeiro est&aacute; resolvido&#8221;, disse Rufino, durante intervalo de audi&ecirc;ncia p&uacute;blica que est&aacute; sendo realizada na sede do Tribunal de Contas da Uni&atilde;o (TCU).<\/span><\/p>\n<p><span>Eletrobr&aacute;s<\/span><\/p>\n<p><span>Rufino confirmou que a Eletrobr&aacute;s dever&aacute; receber ainda uma indeniza&ccedil;&atilde;o significativa pelos ativos de transmiss&atilde;o anteriores ao ano 2000 e pelas melhorias e investimentos realizados nos ativos que fazem parte das concess&otilde;es renovadas antecipadamente pela companhia. Mais cedo, o presidente da Eletrobr&aacute;s, Jos&eacute; da Costa Carvalho Neto, afirmou que a empresa espera receber mais R$ 15 bilh&otilde;es em indeniza&ccedil;&otilde;es, que se somariam aos R$ 14 bilh&otilde;es j&aacute; pagos pelo governo &agrave; estatal.<\/span><\/p>\n<p><span>&#8220;A Eletrobr&aacute;s &eacute; detentora da maior parte dos ativos de transmiss&atilde;o anteriores a 2000, mas n&atilde;o posso dizer se o valor ser&aacute; mesmo de R$ 15 bilh&otilde;es. A empresa precisa apresentar o seu pleito &agrave; Aneel que far&aacute; uma an&aacute;lise e remeter&aacute; essas informa&ccedil;&otilde;es ao Minist&eacute;rio de Minas e Energia, que &eacute; quem decidir&aacute; quando e como essa compensa&ccedil;&atilde;o ser&aacute; paga&#8221;, completou Rufino.<\/span><\/p>\n<p><span>A audi&ecirc;ncia p&uacute;blica no TCU tem como objetivo debater, com especialistas, os impactos da Medida Provis&oacute;ria 579, abordando especificamente a Conta de Desenvolvimento Energ&eacute;tico (CDE) e a perda de sustentabilidade do setor el&eacute;trico brasileiro.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>BRAS&Iacute;LIA &#8211; O diretor-geral da Ag&ecirc;ncia Nacional de Energia El&eacute;trica (Aneel), Romeu Rufino, admitiu nesta quinta-feira, 08, durante audi&ecirc;ncia p&uacute;blica no Tribunal de Contas da Uni&atilde;o (TCU), que as tarifas de eletricidade no Brasil s&atilde;o altas, mas voltou a culpar a tributa&ccedil;&atilde;o do setor &#8211; sobretudo a estadual &#8211; pela conta salgada paga pelos consumidores. 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