{"id":1193,"date":"2014-05-06T14:15:00","date_gmt":"2014-05-06T18:15:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-30T04:00:00","slug":"RSS-1200","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/sindenergia.com.br\/seminario\/?p=1193","title":{"rendered":"Em: 06\/05\/2014 &agrave;s 14:15h por Estad\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><\/p>\n<div>RIO &#8211; A previs&atilde;o do governo &eacute; contratar uma capacidade instalada de 38.269 megawatts (MW) em gera&ccedil;&atilde;o el&eacute;trica nos leil&otilde;es do per&iacute;odo 2014-2018, afirmou nesta ter&ccedil;a-feira, 06, o presidente da Empresa de Pesquisa Energ&eacute;tica (EPE), Mauricio Tolmasquim. Desse total, 14.679 MW, ou quase 38%, ser&atilde;o contratados na fonte de energia hidrel&eacute;trica.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Outra parte significativa ser&aacute; em energias alternativas como e&oacute;lica (9 mil MW), solar (3.500 MW) e biomassa (2.380 MW). O presidente da EPE destacou o aumento da perspectiva de participa&ccedil;&atilde;o das t&eacute;rmicas a g&aacute;s e a carv&atilde;o no planejamento energ&eacute;tico, com um salto de 1.500 MW para 7.500 MW em vendas nos leil&otilde;es. Os 1.210 MW restantes ser&atilde;o negociados por pequenas centrais hidrel&eacute;tricas (PCHs).<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Entre 2014 e 2015 nove usinas hidrel&eacute;tricas dever&atilde;o ser leiloadas, somando 8.893 MW, segundo estima a EPE. Tolmasquim destacou a usina de S&atilde;o Luiz do Tapaj&oacute;s (PA), que pode ser leiloada ainda em 2014, apesar &#8220;do cronograma apertado&#8221;.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Tolmasquim lembrou ainda que o leil&atilde;o A-3 (em que s&atilde;o negociados contratos para in&iacute;cio do fornecimento de energia em tr&ecirc;s anos) est&aacute; previsto para 6 de junho. Segundo o presidente da EPE, o governo ainda avalia a realiza&ccedil;&atilde;o de um leil&atilde;o de energia de reserva no segundo semestre. H&aacute; estudos para a poss&iacute;vel contrata&ccedil;&atilde;o de projetos de energia e&oacute;lica, de biomassa e solar, cujo pre&ccedil;o em sua avalia&ccedil;&atilde;o tende a cair mais 25% at&eacute; 2020, tornando essa fonte competitiva.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>A EPE estima que entre 2014 e 2018 entrem em opera&ccedil;&atilde;o 40,909 MW de pot&ecirc;ncia instalada de usinas, entre j&aacute; contratadas e outras que ainda v&atilde;o negociar contratos nesse per&iacute;odo.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>Do lado das linhas de transmiss&atilde;o, a previs&atilde;o &eacute; que sejam feitos leil&otilde;es de 14.400 quil&ocirc;metros de linhas e 56 subesta&ccedil;&otilde;es em 2014 e 2015, com investimentos de R$ 20,5 bilh&otilde;es. O pr&oacute;ximo leil&atilde;o est&aacute; marcado para 9 de maio, sexta-feira, envolvendo 3.300 quil&ocirc;metros de linhas.<\/div>\n<p><\/p>\n<div>O presidente da EPE considera que o setor energ&eacute;tico brasileiro tem equil&iacute;brio estrutural calcado na expans&atilde;o da capacidade instalada, da matriz energ&eacute;tica e interc&acirc;mbios. O executivo descartou o risco de racionamento, destacando que a situa&ccedil;&atilde;o atual &eacute; distinta da de 2001, quando havia um risco de d&eacute;ficit de energia &#8220;muitas vezes maior&#8221;. Tolmasquim participa do 11&ordm; Encontro Nacional do Setor El&eacute;trico (Enase).&nbsp;<\/div>\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>RIO &#8211; A previs&atilde;o do governo &eacute; contratar uma capacidade instalada de 38.269 megawatts (MW) em gera&ccedil;&atilde;o el&eacute;trica nos leil&otilde;es do per&iacute;odo 2014-2018, afirmou nesta ter&ccedil;a-feira, 06, o presidente da Empresa de Pesquisa Energ&eacute;tica (EPE), Mauricio Tolmasquim. Desse total, 14.679 MW, ou quase 38%, ser&atilde;o contratados na fonte de energia hidrel&eacute;trica. 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